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Introdução de Gás Natural na Madeira

Introdução de gás natural na Madeira Central Térmica da Vitória – Nave III

No âmbito do Plano Energético Regional, o Governo da Madeira, através da Vice- Presidência, decidiu promover a introdução de gás natural na Madeira, proporcionando à economia regional uma nova matéria-prima energética mais limpa, mais amiga do ambiente e competitiva face ao petróleo e seus derivados.

A realização de diversos e aprofundados estudos sob a responsabilidade da EEM, demonstraram viabilidade técnica e económica da introdução do gás natural na Madeira, revelando ser um combustível competitivo, em termos de custo, como alternativa à utilização de produtos petrolíferos para a produção de eletricidade, como, também, nos restantes sectores da economia regional. A nível de proteção ambiental, proporciona uma muito significativa redução das emissões poluentes para a atmosfera, para além de permitir diversificar as fontes de aprovisionamento, o que, dada a envolvente internacional que caracteriza os mercados energéticos atuais, constitui um inegável fator de segurança.

A orientação estratégica regional para o sector de produção de eletricidade de origem térmica, prevê a substituição gradual do fuelóleo, atualmente utilizada por alternativas mais ecológicas, com menor intensidade de carbono, como é o caso gás natural, destacadamente, o combustível fóssil mais limpo.

Em consonância com esta política energética, no ano de 2010, foi lançado um concurso público internacional para a construção do Terminal de GNL da Madeira, entretanto suspenso, desde o início de 2011, por força do agravamento da conjuntura económica e financeira internacional e nacional, que tornou muito difícil o acesso às fontes de financiamento indispensáveis à concretização daquele significativo e vultuoso projeto, tendo modificado substancialmente os pressupostos em que assentava a respetiva viabilidade, nomeadamente nas previsões de consumo a curto e médio prazo.

Foi retomada uma solução já inicialmente equacionada aquando da realização dos estudos desenvolvidos pela EEM, tendo por base um investimento bastante mais moderado, através da instalação de uma unidade autónoma de gás (UAG) para receção, armazenamento e regaseificação do gás natural, para abastecer os três grupos geradores dual-fuel, que se encontram em exploração na Nave III da CTV, presentemente a consumir fuelóleo, estando, também, okpreparados, desde a sua instalação, para consumir gás natural. Trata-se, assim, de uma solução que permite avançar com a vantajosa introdução de gás natural na Madeira, de forma faseada, sustentável, mas realisticamente adequada uma escala mais ajustada ao difícil, prolongado e recessivo contexto económico e financeiro que enfrentamos.

Neste contexto, a EEM, no ano de 2012, decidiu realizar um concurso público internacional, destinado ao fornecimento de gás natural aos referidos três grupos dual-fuel da Nave III da CTV, nele estando compreendido, para além do fornecimento do combustível, o respetivo transporte, processamento e entrega em condições de poder ser utilizado pelo motores da EEM.

Assim, no seguimento do procedimento concursal e respetiva adjudicação ao consórcio Galp/Gaslink, tendo como chefe do mesmo, a Galp, na qualidade de comercializador registado no Sistema Nacional de Gás Natural, os três grupos instalados na nave III da CTV passarão a consumir gás natural.

A solução desenvolvida passa pelo transporte de gás natural liquefeito (GNL) em contentores cisterna criogénicos, intermodais, até uma unidade autónoma de gás natural (UAG), destinada a armazenar e gaseificar o GNL, construída num terreno situado na margem esquerda da ribeira dos Socorridos, junto à foz, muito perto da central térmica, que será o principal consumidor de gás natural, indispensável para viabilizar o projeto. A UAG está equipada com três reservatórios criogénicos de GNL com cerca de 200 m3, cada, ou seja, com uma capacidade de armazenamento total de 600 m3, suficiente para garantir o consumo previsto dos três motores da Nave III da central térmica.

Vantagens económicas e ambientais

O gás natural, como combustível alternativo, diversifica as fontes de energia disponíveis, incrementa a fiabilidade e segurança do sistema elétrico da Madeira e diminui a sua excessiva dependência em relação aos combustíveis petrolíferos.

As vantagens que mais se destacam na adoção deste combustível relacionam-se com o ambiente e com a economia.

Do ponto de vista ambiental, o gás natural é, destacadamente, o combustível fóssil de queima, mais limpo. Da sua combustão resultam muito menores quantidades de óxidos de enxofre e azoto (NOx e SO2), responsáveis pelas chuvas ácidas, bem como de dióxido de carbono (CO2), que está na origem do efeito de estufa.

No que respeita às vantagens económicas e apesar do forte crescimento e instabilidade verificados nos preços dos combustíveis, o gás natural continua a ser fortemente competitivo relativamente aos derivados do petróleo.

Não obstante a volatilidade de ambos os mercados de petróleo e gás natural, uma apreciação detalhada ao longo do tempo evidencia que este último ganha vantagem competitiva, à medida que sobe o custo da matéria-prima petrolífera.

Para além das vantagens anteriormente enunciadas, o projeto de introdução do gás natural na Madeira, pelas suas características e complexidades, por ser pioneiro e ainda pelo facto de promover um novo negócio inovador e criativo na Região Autónoma da Madeira, poderá constituir um exemplo a nível europeu a ser seguido por outras regiões insulares.

No plano interno, a efetivação deste projeto assume interesse comum, promove o desenvolvimento energético sustentável da Madeira, nomeadamente no que diz respeito à segurança do abastecimento, em condições económicas competitivas, contribuindo, decisivamente, para que a Região cumpra as orientações e as metas ambientais definidas pela União Europeia para o 2020.

 

Publicado em 27/04/2015 17:36.

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